
Conhecida popularmente como “doença do beijo”, essa doença pode acometer todos os gêneros e idades.
Com mais de 2 milhões de casos por ano, (segundo Hospital Israelita Albert Einstein); A Mononucleose é transmitida pela saliva contaminada pelo vírus Epstein-Barr.
As pessoas podem ter: dores locais musculares, dores circunstanciais ao engolir. No corpo: calafrios, fadiga, febre, mal-estar, perda de apetite, suor noturno ou suor. Também pode ser comum: amídalas inchadas, dor de cabeça, dor de garganta, inchaço dos gânglios, irritação na pele, sensibilidade ou sonolência
*Os idosos podem não ter sintomas típicos.
Segundo especialista, João Silva de Mendonça – A febre é sintoma obrigatório da doença. O comprometimento de toda a garganta e da faringe é intenso, com formação de placas brancas e exsudato (líquido com alto teor de proteínas e leucócitos) que lembram as lesões da candidíase (sapinho) e da difteria, doença comum no passado, mas pouco frequente hoje em dia. Os gânglios linfáticos avolumam-se, particularmente os do pescoço, e a infecção também pode provocar alterações no fígado e no baço.
A regressão do quadro clínico é lenta. O mal-estar e a indisposição levam algumas semanas para passar e os gânglios, um ou dois meses para retornarem ao tamanho normal. O tratamento envolve repouso, líquidos e analgésicos e antitérmicos. Em casos graves o uso de corticoides é recomendado.

Garganta (throat): dor, avermelhada.
Linfonodos (lymph nodes): inchaço.
Baço (spleen): aumento, dor abdominal.
Estomago (stomach): náusea e vômito.
Sistêmico: febre alta, arrepios e dores.
Uma característica bem visível, é a formação de um “manto” esbranquiçado nas amígdalas; como podemos ver abaixo na comparação de uma garganta saudável (esquerda), e uma garganta com mononucleose (direita).

Fonte: entrevista do dr.Drauzio Varella com especialista João Silva de Mendonça; Sociedade Brasileira de Infectologia e Portal Hospital Israelita Albert Einsten.